- A proteção das informações pessoais se consolida como um fator-chave de resiliência operacional, confiança e competitividade para as organizações.
- Phishing, ransomware, ataques de engenharia social, à cadeia de suprimentos e à nuvem, assim como a falsificação de identidade online e ataques DDoS, estão entre as principais vulnerabilidades observadas com frequência cada vez maior.
O custo médio global de uma violação de dados chega a US$ 4,44 milhões, valor que inclui despesas relacionadas à resposta a incidentes, multas, perda de produtividade e danos à reputação das organizações afetadas, de acordo com dados do Cost of a Data Breach Report, da IBM. Nos Estados Unidos, a média sobe para US$ 10,22 milhões por violação, em razão das rigorosas exigências regulatórias e dos litígios associados à exposição de informações pessoais. Na América Latina, o valor médio é menor, atingindo US$ 3,81 milhões.
Quando, em 28 de janeiro de 2006, foi aberta para assinatura a Convenção 108 do Conselho da Europa, o primeiro tratado internacional dedicado à proteção de dados, o volume e o valor das informações digitais ainda estavam muito distantes da dimensão que alcançaram hoje. Naquele momento, o próprio relatório de 2005 apontava que quase metade das violações de dados ocorria em função da perda ou do roubo de dispositivos físicos, como notebooks ou pen drives. Ainda assim, já era possível vislumbrar a evolução exponencial que o tema teria ao longo das duas décadas seguintes. Por esse motivo, ficou estabelecido que, todos os anos, nessa data, seria celebrado o Dia Internacional da Proteção de Dados Pessoais.
Hoje, a questão das violações de segurança se consolida como um dos desafios mais complexos e onerosos para as organizações em todo o mundo. Os impactos financeiros, operacionais e reputacionais dos ataques digitais continuam a crescer, refletindo a sofisticação cada vez maior das ameaças e a necessidade de fortalecer as estratégias de cibersegurança. O problema afeta a todos de forma indiscriminada: apenas no primeiro semestre de 2025, a empresa Fortinet identificou nada menos que 1,6 bilhão de tentativas de intrusão, somente na Argentina.
Na Cirion, monitoramos todos os eventos de segurança que ocorrem na região, de Miami à Terra do Fogo, a partir dos nossos 3 Centros de Operações de Segurança (SOC), e com essas informações nos concentramos em desenvolver plataformas seguras, em um contexto de maior frequência e sofisticação dos ataques.
De olho no futuro, surgem novos desafios. Um relatório da PwC identificou que apenas 24% das empresas no mundo investem mais em medidas preventivas do que em ações reativas, o que implica maior risco e custos, além de uma pior preparação para o avanço de ataques baseados em IA. Por outro lado, ganha força a questão geopolítica: a Gartner estima que uma das prioridades tecnológicas deste ano será a ‘geopatriação’, ou seja, transferir cargas de trabalho para provedores de nuvem soberanos ou regionais.
Nesse contexto, o Dia Internacional da Proteção de Dados Pessoais funciona como um lembrete: são necessárias decisões estratégicas, investimento contínuo e uma visão integral que acompanhe a evolução tecnológica e os riscos emergentes.
A Cirion oferece soluções de segurança em camadas de ponta a ponta: desde a mitigação de ataques de negação de serviço (DDoS) na borda externa, até estratégias de confiança zero (ZTNA, zero trust network access) para garantir a conectividade segura de usuários remotos com as aplicações, passando por WAAP (proteção de aplicações web e APIs), firewalls perimetrais de última geração e ferramentas de controle que permitem às organizações visualizar seu panorama e analisar o estado da situação.
“As brechas de dados deixaram de ser apenas um problema de custos e se tornaram uma ameaça direta à resiliência das operações digitais e à confiança que as empresas constroem com seus clientes”, afirmou Miguel Rodríguez, Chief Information Security Officer (CISO) da Cirion. “Proteger os dados significa garantir a infraestrutura que os transporta e armazena, com arquiteturas robustas, monitoramento contínuo e capacidades de resposta que permitam manter a operação mesmo diante de incidentes de segurança”, concluiu.
Fontes: IBM, https://www.ibm.com/reports/data-breach Fortinet, Citado em múltiplas mídias, aqui está uma: https://www.itsitio.com/ar/seguridad/ciberataques-en-argentina-fortinet-revelo-que-industrias-estan-en-la-mira/ PwC, https://www.pwc.com/us/en/services/consulting/cybersecurity-risk-regulatory/library/global-digital-trust-insights.html Gartner, cargas de trabalho para provedores de nuvem soberanos ou regionais
Sobre a Cirion
A Cirion é uma empresa provedora líder de infraestrutura digital e tecnologia, oferecendo um conjunto abrangente de serviços de colocation, infraestrutura de data center, conectividade e serviços de redes de fibra terrestre e submarina. Com o propósito de promover o progresso na América Latina por meio da tecnologia, a Cirion atende mais de 5.500 clientes multinacionais e com sede na América Latina, incluindo empresas, agências governamentais, hyperscalers, provedores de serviços, operadoras, ISPs e outras empresas líderes. A Cirion possui e opera um portfólio de redes e data centers próprios, com ampla cobertura abrangendo toda a região da América Latina. Saiba mais sobre a Cirion em www.ciriontechnologies.com
Siga-nos em nossas Redes Sociais
LinkedIn | Twitter | Facebook | Instagram | YouTube | Blog
Contato de Imprensa
Marcelo Barreto
Vianews
marcelo.barreto@vianews.com.br
Rosângela Manchon
Vianews
rosangela.manchon@vianews.com.br
